Cair de maduro

Vocês todos já sabem. A natureza tem uns tempos, suas sequências de verdade. As respostas nunca perguntaram sua exclamação. Proclamam.

Só reclama quem se encrunhou nos deslizes. Coisas do avulso, do tênue lateral de não perceber quando se cunhou o concunhado da realidade. Depois daí, é só na ronronância do fala-e-ouve que se pode abrir e dar a vez para o som, o atual daqueles tempos veros, o natural intrínseco de si. Então é, e cai de maduro na gravidade da luz.

Assim é o sempre do sido, aqui presente entre as copas das nossas raízes. Tempo de fazer ser agora.

Quem tendeu, respira. Entende?

Foto: Vortex Centro Integrativo.


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